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Sociedade dos poetas mortos

06/11/2019

Uma reflexão sobre os ensinamentos de liderança do filme

 

O filme "Sociedade dos poetas mortos", estrelado por Robin Williams e lançado nos anos 90 , tem lições muito atuais que podemos encaixar no nosso dia-a-dia. 

Como apresenta nosso cliente Gilson Luis da Costa, em uma ótima análise sobre os acontecimentos da narrativa: 

"Hoje resolvi apresentar aos meus dois filhos adolescentes, Pedro Henrique de 14 e Maria Fernanda de 13 anos, o filme Sociedade dos poetas mortos. Meu objetivo era que eles assistissem a um dos filmes que eu e minha esposa Sheila gostamos muito. Impressionante como existem obras atemporais, onde suas mensagens podem ser aproveitas em diversos momentos e situações de vida, sejam profissionais ou pessoais.

A cena onde arrancam do livro a introdução sobre o que era poesia, adjetivada pelo professor como "excremento" nos traz a reflexão de como devemos filtrar o que nos é colocado como informação, devemos criticar a origem e buscar a fundo sua essência e não apenas aceitar como verdades absolutas, o professor chama a atenção para que os alunos voltem a aprender e a pensar por eles mesmos.

Visão crítica, questionadora, desafiando os tempos e buscando sempre a sua verdade, a sua essência, desafios diários das pessoas que buscam sempre a sua melhor versão, e como ele mesmo cita, "Não lemos e escrevemos poesia porque é bonitinho. Lemos e escrevemos poesia porque fazemos parte da raça humana. E a raça humana é cheia de paixão... A pujante peça continua e você pode contribuir com um verso. Qual será o verso de vocês?" Qual será o legado que deixaremos aos que amamos?

A irreverência do professor provoca os alunos e verem o mundo sob outra perspectiva, trazendo reflexões importantes de como devemos explorar todas as possibilidades, sempre existem no mínimo duas formas de encarar as situações, mais de um caminho a ser trilhado, e principalmente que o caminho correto nem sempre será o mais fácil, mas será o de maior conquista e realização.

Que devemos seguir o nosso caminho e não o caminho decidido por outros, devemos sim estudar os "grandes" mas nunca abandonar o brado que temos em nosso peito, muitas vezes adormecido por pressões, opiniões que nos fazem assumir um papel que serve aos outros, e não ao nosso verdadeiro papel nesta "pujante peça".

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Entre cenas com risos e outras com lágrimas, e não foram poucas, a última cena nos brinda com uma demonstração de reconhecimento, da certeza de que deixou algum legado àqueles jovens, onde após o suicídio de Neil, o professor é responsabilizado pela má influência aos alunos e é demitido, e em sua despedida, os alunos repetem o gesto de subir a mesa e o chamam de "capitão, meu capitão".

Para um líder não existe maior reconhecimento que a demonstração espontânea de agradecimento e a confirmação de que os ensinamentos serão perpetuados e multiplicados.

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Ao mesmo tempo, podemos observar que a mensagem não atinge a todos como a mesma intensidade. Enquanto a coragem energiza alguns e os fazem subir em suas classes, outros se sentem intimidados, ou até mesmo nem se sentem atingidos ou impactados pela situação, e isso o líder também enfrenta em seu dia-a-dia, nem sempre ele consegue que seu trabalho e esforço seja percebido por todos, e não há nada de errado nisso, afinal é o indivíduo que deve decidir seu caminho, logo não existe culpa, apenas decisões."

 

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